O último domingo foi bastante duro para os pouco mais de 38 mil torcedores que foram ao Allianz Parque. Não bastasse a derrota, ainda perdemos o Gabriel por todo campeonato graças a uma lesão. Gabriel não era apenas o camisa 5 tradicional, mas um dos melhores jogadores do time - comandava a marcação, tinha boa saída de jogo.
Mesmo assim, não há muito tempo para reclamações: amanhã já tem jogo contra o Cruzeiro começando a série de jogos às quartas e domingos. Essa é a hora de provar o tão comentado elenco tanto na reposição do Gabriel, como na dura sequência de jogos onde será necessário o uso de reposições para não perder o ritmo.
Ironicamente Gabriel é o único cara que não tem um reserva imediato que resolva o problema de todas as nossas posições, mas o recheado elenco permite algumas opções que podem suprir a ausência do nosso pitbull.
O jogo de domingo é daqueles nomeados de "perigosos". O Cruzeiro tem um time em formação, como o nosso, mas ainda não encontrou uma formação ideal. Mesmo assim, joga em casa e pode nos complicar. A vitória é fundamental para recuperar os pontos perdidos no último domingo.
Provável escalação: Fernando Prass; Lucas, Victor Ramos, Victor Hugo e Egídio; Amaral, Arouca, Rafael Marques, Robinho e Dudu; Leandro Pereira.
Palpitazzo: Cruzeiro 1 x 2 Palmeiras.
sábado, 8 de agosto de 2015
domingo, 2 de agosto de 2015
Notas - PALMEIRAS 0 X 1 Atlético-PR
Fernando Prass: Sem culpa no gol, fez boas duas defesas quanto acionado. 7,0
Lucas: Não achou espaço para apoiar. Defensivamente vinha bem, mas foi dele o erro para a bola sobrar limpa no gol deles. 4,5
Victor Ramos: Deu alguns sustos, mas longe de ser o responsável pela derrota. Novamente pecou pelo excesso de chutões. 5,0
Leandro Almeida: Não passa nenhuma segurança para a torcida, fazendo com que Victor Hugo seja aguardado ansiosamente. Mesmo assim, foi bem no jogo ganhando a maioria das jogadas. 6,0
Egídio: Absolutamente fora do jogo, errou todos os cruzamentos que tentou. Pior: ainda deixou o tradicional espaço nas suas costas para o contra-ataque. 5,0
Gabriel: Enquanto esteve em campo o Atlético não achava espaços para contra-atacar - teve apenas uma oportunidade. É o comandante do meio-campo. O time sentiu sua falta no segundo tempo. 6,5
Arouca: Apareceu constantemente no ataque, mas não conseguiu criar nada de muito perigoso. Com a saída de Gabriel, deveria ter sido recuado para primeiro volante, permitindo a entrada de outro jogador mais criativo. 5,5
Rafael Marques: Visivelmente sem condições de jogo, ficou muito longe das boas atuações das últimas rodadas. Tem crédito. 5,0
Robinho: Nitidamente não consegue fazer a função de armador, o que fica ainda mais claro em jogos com defesas fechadas. Mesmo com muito tempo de bola no pé, teve poucas jogadas de brilho - o que naturalmente ficou prejudicado pelo desempenho ruim do time como um todo. 5,0
Dudu: Até começou bem o jogo, mas caiu junto com o time e passou a perder muitas bolas. Sua principal característica (a velocidade) ficou minada pela estratégia defensiva do Atlético. 5,5
Leandro Pereira: Voltou ao habitual após alguns bons jogos. Não conseguiu ganhar uma ou fazer um bom pivô. Errou tanto que conseguiu irritar até o calmo Marcelo Oliveira. 4,0
Andrei Girotto: Sua entrada acrescentou muito pouco para o time, inclusive acabou perdendo bola que gerou um contra-ataque perigoso. O ideal era que entrasse Cleiton Xavier no lugar do Gabriel. 4,0
Kelvin: Uma boa opção de drible para tentar furar a retranca adversária. Entrou bem, com duas boas jogadas individuais. Depois caiu junto com o time. 5,5
Barrios: Entrou numa fria, com um time absolutamente apático. Ainda conseguiu uma jogada ou outra. Quase uma bola sobra, mas Victor Ramos foi afobado e atrapalhou. 5,5
Marcelo Oliveira: Foi mal hoje. Poderia ter sido mais ousado na saída forçada de Gabriel, com a entrada de Cleiton Xavier ou Zé Roberto. Não consgeuiu dar alternativas para um bem postado Atlético-PR. Jogo serve de alerta para outros times que virão jogar fechados em ocasiões que os gols não saírem cedo, como contra o Avaí.
Lucas: Não achou espaço para apoiar. Defensivamente vinha bem, mas foi dele o erro para a bola sobrar limpa no gol deles. 4,5
Victor Ramos: Deu alguns sustos, mas longe de ser o responsável pela derrota. Novamente pecou pelo excesso de chutões. 5,0
Leandro Almeida: Não passa nenhuma segurança para a torcida, fazendo com que Victor Hugo seja aguardado ansiosamente. Mesmo assim, foi bem no jogo ganhando a maioria das jogadas. 6,0
Egídio: Absolutamente fora do jogo, errou todos os cruzamentos que tentou. Pior: ainda deixou o tradicional espaço nas suas costas para o contra-ataque. 5,0
Gabriel: Enquanto esteve em campo o Atlético não achava espaços para contra-atacar - teve apenas uma oportunidade. É o comandante do meio-campo. O time sentiu sua falta no segundo tempo. 6,5
Arouca: Apareceu constantemente no ataque, mas não conseguiu criar nada de muito perigoso. Com a saída de Gabriel, deveria ter sido recuado para primeiro volante, permitindo a entrada de outro jogador mais criativo. 5,5
Rafael Marques: Visivelmente sem condições de jogo, ficou muito longe das boas atuações das últimas rodadas. Tem crédito. 5,0
Robinho: Nitidamente não consegue fazer a função de armador, o que fica ainda mais claro em jogos com defesas fechadas. Mesmo com muito tempo de bola no pé, teve poucas jogadas de brilho - o que naturalmente ficou prejudicado pelo desempenho ruim do time como um todo. 5,0
Dudu: Até começou bem o jogo, mas caiu junto com o time e passou a perder muitas bolas. Sua principal característica (a velocidade) ficou minada pela estratégia defensiva do Atlético. 5,5
Leandro Pereira: Voltou ao habitual após alguns bons jogos. Não conseguiu ganhar uma ou fazer um bom pivô. Errou tanto que conseguiu irritar até o calmo Marcelo Oliveira. 4,0
Andrei Girotto: Sua entrada acrescentou muito pouco para o time, inclusive acabou perdendo bola que gerou um contra-ataque perigoso. O ideal era que entrasse Cleiton Xavier no lugar do Gabriel. 4,0
Kelvin: Uma boa opção de drible para tentar furar a retranca adversária. Entrou bem, com duas boas jogadas individuais. Depois caiu junto com o time. 5,5
Barrios: Entrou numa fria, com um time absolutamente apático. Ainda conseguiu uma jogada ou outra. Quase uma bola sobra, mas Victor Ramos foi afobado e atrapalhou. 5,5
Marcelo Oliveira: Foi mal hoje. Poderia ter sido mais ousado na saída forçada de Gabriel, com a entrada de Cleiton Xavier ou Zé Roberto. Não consgeuiu dar alternativas para um bem postado Atlético-PR. Jogo serve de alerta para outros times que virão jogar fechados em ocasiões que os gols não saírem cedo, como contra o Avaí.
PALMEIRAS 0 X 1 Atlético-PR
O cenário era perfeito: um lindo dia de sol com estádio cheio no Allianz Parque. O adversário, ainda que bem colocado na tabela, nem de longe era dos mais assustadores. Mesmo assim o Palmeiras não fez um bom jogo e perdeu uma boa série de seis vitórias e um empate. O sabor da derrota voltou a aparecer.
Apesar do cenário motivante, com casa cheia, o histórico no horário das 11h não é dos melhores. Nos jogos anteriores, vitórias apertadas contra XV de Piracicaba e Botafogo, além de uma derrota para o Goiás, já pelo Brasileirão. Nenhum destes jogos tiveram uma boa apresentação alviverde - o que voltou a se repetir na data de hoje.
O JOGO
A pressão inicial, tradicional nos jogos do Palmeiras, até aconteceu. Com menos de um minuto Dudu teve a primeira chance e bateu perto da trave. Parecia que seria um início avassalador, mas ficou por aí. Bem postado atrás, o Atlético não permitia a chegada dos jogadores palmeirenses e ainda conseguiu assustar em um contra-ataque que Prass defendeu. Rafael Marques estava visivelmente incomodado com a sinusite e não repetiu as boas atuações - e quando ele cai, o time cai junto.
O jogo ficou muito fraco depois da parada técnica e pouco se viu. O Verdão conseguiu apenas dois chutes de fora da área que Weverton defendeu bem. Atrás também não tinha problemas para segurar a velocidade do time visitante, mesmo com a saída de Gabriel que deixou todo estádio apreensivo.
O segundo tempo não foi muito diferente do primeiro. O Palmeiras tinha a bola, mas muita dificuldade em quebrar o sistema de marcação. Kelvin, que entrou no intervalo no lugar de Rafa Marques, ainda tentou duas boas jogadas. Nada de gol. Robinho muito mal não conseguia articular.
O Atlético segurava seus laterias que sequer passavam do meio de campo, o que não permitia os tradicionais avanços de Egídio e Lucas. Com dificuldade em articular, o ideal era colocar Zé Roberto ou Cleiton Xavier que apresentam um bom passe e poderiam melhorar o trabalho da bola no ataque. Marcelo pecou nesse ponto e deixou um time com velocidade, mas sem espaços para utilizá-la.
Depois de alguns apuros (muitos deles por conta da ausência de Gabriel), o Verdão ensaiava uma pequena pressão quando o juiz solicitou uma parada técnica. Juiz que, registre-se, permitiu muita cera por parte dos visitantes mesmo sem influenciar no jogo ruim do Verdão.
O jogo se assemelhava muito ao duelo contra o Botafogo-SP, especialmente na entrada de Barrios (na ocasião, entrou Valdivia). Porém, para desespero dos quase 40 mil torcedores, a história que se repetiu foi a diante do Goiás: em uma das raras investidas ofensivas veio o gol de Walter.
A partir daí foi um ataque desesperado e desorganizado que não conseguiu sequer assustar o gol de Weverton. Placar final: 1x0.
E AGORA?
Se as vitórias não podiam esconder nossos erros, a derrota também está longe de ser o fim de mundo.Fizemos nosso pior jogo na era Marcelo Oliveira, mas nada de desespero. No competitivo campeonato brasileiro é comum uma oscilação aqui ou outra ali.
Importante é reagir rápido e buscar os três pontos contra o Cruzeiro e evitar um distanciamento do G-4. Mais do que os pontos de hoje, lamentamos muito os que deixamos contra Goiás, Joinville e Inter, este último quando jogamos bem melhor e entregamos um gol no final.
Apesar do cenário motivante, com casa cheia, o histórico no horário das 11h não é dos melhores. Nos jogos anteriores, vitórias apertadas contra XV de Piracicaba e Botafogo, além de uma derrota para o Goiás, já pelo Brasileirão. Nenhum destes jogos tiveram uma boa apresentação alviverde - o que voltou a se repetir na data de hoje.
O JOGO
A pressão inicial, tradicional nos jogos do Palmeiras, até aconteceu. Com menos de um minuto Dudu teve a primeira chance e bateu perto da trave. Parecia que seria um início avassalador, mas ficou por aí. Bem postado atrás, o Atlético não permitia a chegada dos jogadores palmeirenses e ainda conseguiu assustar em um contra-ataque que Prass defendeu. Rafael Marques estava visivelmente incomodado com a sinusite e não repetiu as boas atuações - e quando ele cai, o time cai junto.
O jogo ficou muito fraco depois da parada técnica e pouco se viu. O Verdão conseguiu apenas dois chutes de fora da área que Weverton defendeu bem. Atrás também não tinha problemas para segurar a velocidade do time visitante, mesmo com a saída de Gabriel que deixou todo estádio apreensivo.
O segundo tempo não foi muito diferente do primeiro. O Palmeiras tinha a bola, mas muita dificuldade em quebrar o sistema de marcação. Kelvin, que entrou no intervalo no lugar de Rafa Marques, ainda tentou duas boas jogadas. Nada de gol. Robinho muito mal não conseguia articular.
O Atlético segurava seus laterias que sequer passavam do meio de campo, o que não permitia os tradicionais avanços de Egídio e Lucas. Com dificuldade em articular, o ideal era colocar Zé Roberto ou Cleiton Xavier que apresentam um bom passe e poderiam melhorar o trabalho da bola no ataque. Marcelo pecou nesse ponto e deixou um time com velocidade, mas sem espaços para utilizá-la.
Depois de alguns apuros (muitos deles por conta da ausência de Gabriel), o Verdão ensaiava uma pequena pressão quando o juiz solicitou uma parada técnica. Juiz que, registre-se, permitiu muita cera por parte dos visitantes mesmo sem influenciar no jogo ruim do Verdão.
O jogo se assemelhava muito ao duelo contra o Botafogo-SP, especialmente na entrada de Barrios (na ocasião, entrou Valdivia). Porém, para desespero dos quase 40 mil torcedores, a história que se repetiu foi a diante do Goiás: em uma das raras investidas ofensivas veio o gol de Walter.
A partir daí foi um ataque desesperado e desorganizado que não conseguiu sequer assustar o gol de Weverton. Placar final: 1x0.
E AGORA?
Se as vitórias não podiam esconder nossos erros, a derrota também está longe de ser o fim de mundo.Fizemos nosso pior jogo na era Marcelo Oliveira, mas nada de desespero. No competitivo campeonato brasileiro é comum uma oscilação aqui ou outra ali.
Importante é reagir rápido e buscar os três pontos contra o Cruzeiro e evitar um distanciamento do G-4. Mais do que os pontos de hoje, lamentamos muito os que deixamos contra Goiás, Joinville e Inter, este último quando jogamos bem melhor e entregamos um gol no final.
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